Sob a
plenitude do seu véu,
Deambulava o
diabólico corpo.
Vestida de
vento
Coberto de
ar,
Lambia seus
dedos entre o nada.
O bum-bum do
seu coração,
acompanhava,
o tic-tac da
sua punheta.
Entre as
escuridões da sua fantasia,
viajava pelo infinito,
entre os mais
sombrios dos seus pensamentos.
Entre os
dedos comia a sua banana,
enquanto as
cerejas deambulavam penduradas.
Num flip-flop
dos seus dedos,
fabricou o
suco doce-amargo das suas frutas.
