quando a solidão invade, o vinho acomodaentre as magoas e os sonhos derrotados, o vinho acomoda
entre a esperança e o desespero, o vinho consola
entre o querer e o rejeitar, o vinho consola
entre o não importa e o importar, o vinho acolhe
entre um adeus e um goodbay, o vinho acompanha
entre o querer e medo de querer, o vinho acompanha
entre o medo de querer e não posso ficar, o vinho acompanha
entre o medo de perder e quero ficar mas não posso, o vinho fica
entre a puta que pariu dos covardes e os covardes fanfarrões, o vinho sempre vence
que se foda os fingidos caralhos,
ainda bem que os dedos conhecem as teclas....
Lendo o poema em cima,
ResponderEliminarEscorre na minha garganta
Lezíria,
Não é frida,
Muito menos fúria - alma.
Alma, a alma, outra vez, alma.
No fundo, quero dizer que tiro o chapéu para ti cumprimentar.
Boa semana!