quarta-feira, 6 de junho de 2012

Aos três em nome da transa

De boca entre a sua vulva,
comia a sua catota de mansinho,
chupava-a ao som do seu gemido.
De mansinho sugava o gosto do seu clítoris,
enquanto o faminto negrão comia-me o rabo.
De língua aguçada subia e descia,
entrava e saía do meu teso ânus.
Num rolar e rebolar a posição mudou-se.
Sentada sob meus lábios,
de língua como pénis,
metia-a boceta adentro.
Gemia e rebolava sob meus lábios,
enquanto beijava o machão negro,
que matava-me a catota com o seu magarrofe.
Numa noite de feriado estávamos os três em nome da transa.  

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