Quando nas minhas mãos
assentava seu rabo
o hímen do seu furo
puxava meu dedo
queria comer
Naquela madrugada de
chuva
de nuvens escuras
transpirei-me de tesão
o brio gritou por
dentro
- a imaginação começou
– .
Pelo seu rabo percorria a língua
soprava-lhe o ânus
mordia-lhe as nádegas.
Quando não há pénis
o vibrador come…
Como escravo
fiz-lhe de cadela
comi-lhe o cu.
Aquele ânus gostoso e
apertado
gemia uma dor que já
era tesão.
chorava arrependimento
derramava inocência.
Como Chantipa
quanto mais ele
chorava
mais o tesão possuía-me.
Não queria saber das
dores
Já que são dele
Pensava apenas em
montar aquele veado.
- acordar -.

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