sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Aquele cu



Quando nas minhas mãos assentava seu rabo
o hímen do seu furo puxava meu dedo
Aquele rabo estreito e apertado
queria comer
Naquela madrugada de chuva 
de nuvens escuras
transpirei-me de tesão
o brio gritou por dentro
- a imaginação começou – .
Pelo seu rabo percorria a língua
soprava-lhe o ânus
mordia-lhe as nádegas.
Quando não há pénis
o vibrador come…
Como escravo
fiz-lhe de cadela
comi-lhe o cu.
Aquele ânus gostoso e apertado
gemia uma dor que já era tesão.
chorava arrependimento
derramava inocência.
Como Chantipa
quanto mais ele chorava
 mais o tesão possuía-me.
Não queria saber das dores
Já que são dele
Pensava apenas em montar aquele veado. 
 - acordar -.

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