O morto órgão que
transforma – enche a boca
a garganta aperta
o fôlego falha
o caralho que mergulha
penetra pela furna,
não incomoda mas molda
mosca o medo
chama a ânsia,
a porra que sai rebola
sobre a língua
o que resta desce
pelos vasos e alimenta a puta da krika,
balançado e esticado
morre entre o chão e o colchão o malvado foda

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