Ensopada... a língua entra não penetra
sai e fica à porta
O terreno invadido está imóvel
o sedoso inimigo funda e chove meteoros
O arrepio vendou os olhos
ao choque os lábios masturbam-se
A língua desprende perde os sentidos
é chupada pelo inferno tubo do bode
A chuva que rola em véu
é tragada pelo manto húmido
que lambe e chupa o que de fora escorre
O beijo é o ponto final
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