Enquanto finjo ser teu Brasil
tomas-me como teu Vietename
mas com cintura de Paris
e lábios d'África
Meu mundo em palavras.............................. Poesia é o que sei sem saber o que é...
sexta-feira, 27 de setembro de 2013
segunda-feira, 2 de setembro de 2013
à trois
Amaço a cara dela com as nádegas
Geme por baixo – não sei se é
de dor ou de orgasmo
Não quero saber - A dor tesa me…
A cadela por baixo come
Arrepio e aleito
A noite morre
A lua acorda
Quando o falo jaz
Rabisco os lábios com esperma
Entre o chicote e o masoquismo faço que a puta lambe-me a boca
sábado, 31 de agosto de 2013
Dois em um
O suor que caiu não chegou à banheira
Suadas as mãos, percorreu pelo oceano obscuro
Chupou, sorveu a milímetro os poros
Sem xinti djan kré
Sem kré djan xinti
Pulou os lábios
Ignorou a língua
Sumiu nos beijos
Mama rapia
Sentura kurva
Pé roda
Alucinada a língua
Deslizou sobre a pele suada
Deslizou sobre a pele suada
Travou entre os seios
Apoiado nos lábios saboreou o que de bom tem os mamilos.
Apoiado nos lábios saboreou o que de bom tem os mamilos.
domingo, 18 de agosto de 2013
Na tarde
sob o teclado dos dedos
servia como aperitivo a fogosa mousse,
regada de gozo, no chão da cozinha,
de escroto aos cachos
lambia a meada da sua bunda como um doentio mortal.
lambia a meada da sua bunda como um doentio mortal.
No sopro do vento as estações
mudaram
o gosto dos favos rebolava entre
os dentes
as bagas que cairiam sumiram pela barbela
as bagas que cairiam sumiram pela barbela
quinta-feira, 8 de agosto de 2013
insignificante
O coito interrompido
pela garganta
Seca o corpo,
escasseia o falar
As santas pernas que
abriram
Murcha a mata
orvalhada
O mel que jorra pela
levada – esvanece
O infausto cacho
desfaz ao infeliz
O desgraçado burro que
o carrega falta por merecer.
quarta-feira, 7 de agosto de 2013
Bordão
O morto órgão que
transforma – enche a boca
a garganta aperta
o fôlego falha
o caralho que mergulha
penetra pela furna,
não incomoda mas molda
mosca o medo
chama a ânsia,
a porra que sai rebola
sobre a língua
o que resta desce
pelos vasos e alimenta a puta da krika,
balançado e esticado
morre entre o chão e o colchão o malvado foda
segunda-feira, 5 de agosto de 2013
Venenosa
Grandes lábios
Prazeres mortais
Quebrei o segredo do
nosso prazer
Quando mergulhei no
vermelho dos teus lábios
Perdi-me na sedosa
mata
Quando tiraste-me o
guia.
Cega a língua guiou-me
Por entre as fendas
vermelhas
Sugando o líquido
viscoso,
Penetrando pelo escuro do labirinto
Chupei e suguei o suave veneno da loba
O bafo a esperma
sugado pela garganta - leva ao alvo
A noção do quarto e da
rua fundiram-se
E o desejo de comer e
ser comida aumentou.
domingo, 4 de agosto de 2013
aquela
Sou aquela puta que entre teus favos suga o leite
entre teus seios segreda-te pleonasmo.
sou aquela puta curiosa virgem de tesão
aquela que carrega a curiosidade de ser saciada
aquela puta atrevida
aquela que a sociedade chama de puta
só porque escreve aquilo que a sociedade faz...
entre teus seios segreda-te pleonasmo.
sou aquela puta curiosa virgem de tesão
aquela que carrega a curiosidade de ser saciada
aquela puta atrevida
aquela que a sociedade chama de puta
só porque escreve aquilo que a sociedade faz...
sexta-feira, 2 de agosto de 2013
talbes
Kel pé ki ta fikau
justu konta bu pé
Djam kria serba hoxi bu
pijana
Pam podia fikaba na bu kodjon ti manxi
Djam kria hoxi simplismenti serba
Bu baxu skrava e bu
riba limária
terça-feira, 23 de julho de 2013
palhaçada
segunda-feira, 15 de julho de 2013
Homem dos SÁBADOS

O Eros que aguenta os céus
às tardes dos sábados entra pelo meu
quarto
se tivesse uma cama, deitaria nela,
mas como roubaram as molas do meu
colchão
ele aconchega entre os meus seios
Os sábados estão a diminuir
e os domingos a apontar
o delírio das minhas coxas a aquecer,
apertarei os seios entre seus lábios
e abrirei os quadris ao seu pau….
quarta-feira, 10 de julho de 2013
irreconhecível
sentes o que eu não sinto,
porque:
desconheço o poder dos meus lábios
o
cheiro do meu corpo
o
gosto do meu sexo
o
calor da chama quando inflamas em mim
enfim...
sabes
de mim mas do que aquilo que eu sei de mim...
quarta-feira, 29 de maio de 2013
Aquela

aquela mulher é doida doida,
porque enlouqueceu meu íntimo
balançou meu destino.
aquela mulher é louca louca,
deixa-me alienada.
quando anda abana o rabo
mas quem pula é meu coração.
ela sacode e rebola
mas quem treme são os meus lábios.
sou escrava do destino que construí,
não vivo nem morro, simplesmente sou escrava das sua ancas,
dos seus seios, dos seus lábio, do seu corpo, da sua alma,
aquela louca, doida, enlouqueceu minhas
trompas…
minha púrpura
se eu sabia (propósito) ao menos cantar
talvez escreveria uma música,
aquela música só tua,
aquela lá bem no fundo,
la no fundo, mas bem la no fundo
aquele fundo tão profundo
que só o fundo do teu coração a
conseguia sentir
aquela música só tua e só para
ti...
aquela música, sim aquela, sabes aquela!
espera aí... não! a música já és
tu.
quarta-feira, 22 de maio de 2013
ai ai si bu bira
Pam bira sapo
pam Komeu, mastigau
Divagar, divagar
xintiu riba kada 41 denti
ti k’m ta xintiu lolu na nha piskos.
Nha petu é sima tanki bika
Ta dura k intxi
Mas oras k intxi mundu ta ruma…
terça-feira, 21 de maio de 2013
X
quarta-feira, 15 de maio de 2013
inquietude
nos lábios desliza.
Enquanto o gosto cheira,
o paladar consome.
O queijo salgado que se sente,
suaviza quando pela garganta penetra.
O inconsciente invade,
turvam-se os olhos
e a avida vulva arregala-se para o
touro.
sábado, 27 de abril de 2013
R
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